Aproveite ao Máximo o Curso Festas de Israel Para garantir que você tenha a melhor experiência e consiga absorver todo o conteúdo do curso, organizamos uma rota de ação especialmente para você! Essa rota inclui o calendário oficial das nossas aulas e das festas, além de orientações sobre como você pode se preparar melhor para cada tema abordado. A seguir, você confere os conteúdos das aulas, que serão ministradas por Miguel Nicolaevsky: # CONTEÚDO Para acessar o calendário completo e a rota de ação com todas as orientações, clique no PDF anexado abaixo. Esse material vai te guiar em cada etapa do curso, permitindo que você acompanhe todas as datas e temas das festas e das aulas. Não deixe de seguir essa jornada e mergulhar nas profundezas das bênçãos espirituais que o Senhor preparou para esse tempo.
Boas Vindas | Primeiro Passo
Boas-vindas ao Curso Festas e Memoriais de Israel Estamos muito felizes em te receber nesta jornada espiritual tão especial. O primeiro passo agora é fundamental: entre no nosso grupo de WhatsApp! Lá você vai ter acesso a todas as informações, links das aulas e um espaço exclusivo para tirar dúvidas e interagir com outros alunos. Clique no link abaixo para entrar no grupo de WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/IP4czQCX2exCFqz9isBayG Aproveite ao máximo essa experiência! Estamos prontos para te guiar através das festas de Tishrei, que você já pode estudar no eBook disponível aqui no módulo de materiais de apoio. Qualquer dúvida ou orientação, nosso suporte estará sempre à disposição no grupo. Estamos juntos nessa caminhada!
Documentário no Enclave de Gaza, Além das Ruínas
Linha do Tempo Além da Ruína
Jornada de Oração por Israel
eBook Além da Ruína
Aula 30 – Conversação
Aula 29 – Conversação
Aula 28 – Conversação
Aula 27 – Conversação
Aula 26 – Conversação
Aula 25 – Aprendendo com a Música 5
Aula 24 – Aprendendo com a Música 4
Aula 23 – Aprendendo com a Música 3
Aula 22 – Aprendendo com a Música 2
Aula 21 – Aprendendo com Música 1
Escreva a letra da música em um papel e confira a tradução
Aula 20 – Praticando a Leitura e Interpretação com Quadrinhos 4
Aula 19 – Praticando a Leitura e Interpretação com Quadrinhos 3
Aula 18 – Praticando a Leitura e Interpretação com Quadrinhos 2
Aula 17 – Praticando a Leitura e Interpretação com Quadrinhos em Hebraico
Aula 16 – Aprendendo o Significado dos Nomes de Homens em Hebraico
Aula 15 – Aprendendo o Significado de Nomes de Mulheres em Hebraico
Aula 14 – Aprendendo 100 frases em Hebraico
Aula 13 – Conversação em Hebraico
Aula 12 – Números em Hebraico e estudando verbos no futuro
Aula 11 – Tempo em Hebraico e aprendendo os verbos no passado
Lição 10 – Estudando verbos no presente – Exercitando 100 verbos em Hebraico
Lição 9 – Estrutura e Menorah dos Verbos em Hebraico
Lição 8 – Preposições, advérbios de tempo e conjunções
Lição 7 – Aprendendo a Estrutura das Primeira Sentenças
Lição 6 – Aprendendo 500 palavras em Hebraico
Lição 5 – Aprendendo os pronomes pessoais e as primeiras frases
Lição 4 – Aprendendo as vogais no Hebraico
Lição 3 – Aprenda a escrever as letras do alfabeto Hebraico
Lição 2 – Conheça o Alfabeto Hebraico
Lição 1 – Introdução ao Hebraico
O Idioma Hebraico O hebraico (עברית, ivrit) é uma língua semítica pertencente à família das línguas afro-asiáticas. O termo “semítico” indica que, assim como o árabe e o persa, sua origem é em parte desconhecida. As primeiras bases da Bíblia, a Torá — que a tradição judaica ortodoxa atribui a Moisés, há cerca de 3.300 anos — foram escritas no chamado hebraico clássico (hebraico bíblico). Essa escrita, originalmente, era foneticamente impronunciável e indecifrável, já que o alfabeto hebraico clássico não possuía vogais. Ainda assim, o povo judeu sempre o chamou de לשון הקודש (Lashon haKodesh, “A Língua Sagrada”), acreditando que teria sido escolhida para transmitir a mensagem de Deus à humanidade. O Hebraico após o Exílio Babilônico Após a destruição de Jerusalém pelos babilônios em 586 a.C., com o retorno dos judeus à Terra de Israel, o hebraico clássico foi substituído no uso cotidiano pelo aramaico. Nesse período, o hebraico tornou-se primariamente uma língua litúrgica e de estudo (Mishná, parte do Talmude), mas ainda usada também no comércio. Nos dias de Yeshua (Jesus), o hebraico era falado pelos sacerdotes, levitas, saduceus e fariseus doutores da lei. Porém, o povo em geral utilizava o aramaico no dia a dia. Após a destruição de Jerusalém no ano 70 d.C., os judeus foram expulsos da Terra de Israel. O hebraico deixou de ser usado como idioma nacional, permanecendo apenas nas liturgias religiosas. O renascimento do hebraico como língua falada ocorreu somente no final do século XIX e início do século XX, tornando-se o hebraico moderno, a língua oficial do Estado de Israel, junto com o árabe. Hebraico Clássico ou Hebraico Bíblico O hebraico bíblico, também chamado de hebraico clássico, era falado na região de Canaã, entre o rio Jordão e o mar Mediterrâneo, desde o século X a.C. até o período do Segundo Templo (70 d.C.). Com o tempo, deu origem ao hebraico mishnáico, usado até o século II d.C. A Bíblia Hebraica reflete vários estágios dessa língua, inicialmente registrada apenas com consoantes. Mais tarde, na Idade Média, os massoretas desenvolveram sistemas de vocalização, sendo o tiberiano o que permanece em uso até hoje. O hebraico bíblico tinha: Raízes triconsonantais para formação de palavras. Dois gêneros (masculino e feminino). Três números (singular, plural e dual). Verbos com vozes e aspectos. Ordem padrão verbo-sujeito-objeto. Sufixos pronominais para indicar posse ou objeto direto. Durante sua evolução, foi escrito com diferentes alfabetos: Paleo-hebraico (derivado do fenício). Aramaico quadrático, que deu origem ao alfabeto hebraico moderno. O alfabeto samaritano, preservado até hoje pela comunidade samaritana. Hebraico Mishnáico O hebraico mishnáico (ou tanaitico) é a forma da língua encontrada na Mishná (c. 200 d.C.) e em outras obras rabínicas. Ele surgiu após o exílio babilônico, como descendente direto do hebraico bíblico. Esse hebraico se divide em duas fases: Mishnáico I – uma língua falada. Mishnáico II (Amoraico) – uma língua essencialmente literária, presente no Talmude. Características principais: Forte influência do aramaico. Alterações fonéticas, como a nasalização de vogais e a perda de distinção entre algumas consoantes guturais. Uso em textos como a Mishná, Tosefta, Midrashim e até manuscritos do Mar Morto. Com o tempo, o aramaico passou a dominar, mas o hebraico permaneceu na liturgia. Hebraico Medieval Durante a Idade Média, o hebraico ganhou novas funções: Foi usado por gramáticos judeus para estudar e sistematizar o hebraico bíblico, influenciados pela gramática árabe. Serviu como língua literária e poética, especialmente na Idade de Ouro da cultura judaica na Espanha (séc. X–XII). Tornou-se veículo para expressar conceitos filosóficos e científicos, traduzidos do árabe e do grego. Autores como Judah ben David Hayyuj, Jonas ibn Janah, Maimônides e os Tibbon desenvolveram um estilo refinado, que influenciou toda a literatura judaica posterior. Além disso, o hebraico foi usado como língua internacional de comunicação entre judeus, sobretudo no comércio. Hebraico Moderno O hebraico moderno é a forma renascida do hebraico, resultado do trabalho de Eliezer Ben Yehuda, no final do século XIX e início do XX. Sua proposta era criar uma língua viva para o povo judeu, baseada no hebraico bíblico, mas adaptada às necessidades contemporâneas. Para isso, foram: Criadas novas palavras e verbos seguindo padrões bíblicos. Incorporados elementos de línguas da diáspora (iídiche, ladino, árabe etc.). Embora muito próximo ao hebraico bíblico, o moderno possui diferenças semânticas que podem levar a erros de interpretação da Bíblia. Por isso, o estudo do hebraico moderno, aliado à compreensão do bíblico, é essencial para uma leitura correta das Escrituras.
Conclusão do Curso
Para concluir o curso apresente seus trabalhos e marque uma reunião com Miguel Nicolaevsky pelo WhatsApp +972526770878 ou por email: info@miguelnicolaevsky.com.br
Aula 35 – Tradução prática – baseada na escolha do tema
Aula 34 – Interpretação prática – baseada na escolha do tema
Aula 33 – Interpretação prática – baseada na escolha do tema
Aula 32 – Interpretação prática – baseada na escolha do tema
31 – Palavras de outros idiomas semíticos na Bíblia
Aula 30 – Aula de Exercício de Exegese bíblica
Aula 29 – Aula de Exercício de Exegese bíblica 3
Aula 28 – Aula de Exercício de Exegese bíblica 2
Aula 27 – Aula de Exercício de Exegese bíblica 1
Aula 26 – Escolha de temas para exegese
Abaixo, alguns exemplos de temas que podem ser selecionados Lista de Temas para Pesquisa de Exegese no Hebraico Bíblico 1. Exegese Lexical (Palavras-Chave em Hebraico) 2. Exegese Gramatical e Sintática 3. Exegese Literária e Poética 4. Exegese Teológica 5. Exegese Histórico-Cultural 6. Exegese Comparativa 7. Temas Avançados
Aula 25 – Outras Técnicas de Exegese bíblica
Técnicas de Interpretação #2 Volume – busca da intensidade textual Nesta técnica deve-se usar um sistema de pesquisa bíblica. Minha primeira recomendação é o Bible Accordance, porém este é um sistema bastante caro. A segunda opção é o BibleWorks. Mas existem também ferramentas gratuitas como o DAVAR – hebrew dictionary. Mesmo se você optar para fazer uma pesquisa sem os sistemas, saiba que isso é possível. Mas demanda muito tempo e anotação. Até o final do século XX, a grande maioria dos pesquisadores fizeram isso desta forma. Nesta técnica busca-se a intensidade do uso de um grupo de palavras, formando uma nuvem contextual, determinando assuntos, começo de livros internos, ou agrupamento de livros. Desta forma conseguimos compreender o contexto textual de cada texto que estamos estudando. Dizer que é um salmo por exemplo, é simples, mas entender qual o grupo de salmos que o texto pertence pode trazer um entendimento ainda melhor. Estilo literário e musicalidade A busca do estilo literário pode ajudar em muito a compreensão do texto. Por exemplo, o livro de Jó foi escrito em forma de drama para levar os leitores ou ouvintes a uma compreensão melhor do processo que Jó passou, do sinistro e dos fatos que ele não podia controlar. Através da exposição do diálogo entre o Eterno e Satã, podemos entender que as vezes, fatalidades podem ocorrem com pessoas boas por motivos que vão muito além de nossa compreensão. Ao mesmo tempo entendemos que pelo sofrimento, Jó passou por uma experiência impar no conhecimento de Deus. Nos salmos temos também diversos estilos, alguns escritos por Moisés, outros por Davi, outros por Asaf, outros por pessoas anônimas. Eles podem estar conectados através do estilo literário e assim poderemos aprender mais lições com estas conexões. A busca por rimas ou por frases comparativas. Idéias repetitivas também pode ser encontradas. Esta técnica é mais simples e pode ser facilmente executada sem o uso de um sistema. Basta fazer leituras cuidadosas e prestar atenção nas palavras, seus prefixos, seus sufixos, as pausas e as interrupções.